
O Deputado Wilson Santos (PSD) protocolou um ofício através de sua Assessoria na manhã desta quarta-feira (23) de agosto, solicitando uma audiência pública ao Presidente da Câmara Rômulo Queiroz das Neves, (PV) a pauta deverá abordar sobre o assunto Programa BID Pantanal.

A Audiência deverá ocorrer no Próximo dia (12) de setembro em horário regimental de Sessão Ordinária, às (19:h) estará presente o Deputado Wilson Santos e o Senador licenciado, à frente do Ministério da Agricultura e Abastecimento Carlos Fávaro, juntamente com a Prefeita Francieli Magalhães e demais Vereadores.
Desta feita, o Poder Legislativo estará cumprindo o seu papel de representação da sociedade, ouvindo e colhendo suas sugestões e encaminhamentos para colaborar no direcionamento dos recursos e das políticas públicas, para conservação e preservação do bioma pantanal e especialmente da melhoria e qualidade de vida da população.
O convite deverá se estender a toda população Levergense, o Município receberá pela primeira vez oficialmente Fávaro como Ministro, que foi recém empossado no Governo Lula para comandar a pasta de extrema importância para o País.
Na certeza de contarmos com vosso apoio, antecipamos nossos agradecimentos a toda Câmara de vereadores, e aproveitamos para renovar nossos protestos de estima e consideração.“ressaltou'' o Deputado Wilson Santos.
BID Pantanal deve percorrer 12 municípios de MT com investimento de R$ 1 bilhão.

12 municípios em Mato Grosso para identificar propostas de projetos que se enquadrem nos objetivos do BID Pantanal.
Esse é o intuito do programa financiado pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), que está sendo construído e pretende fazer visitas técnicas para subsidiar a carta-consulta a qual será submetida à instituição.
No estado devem ser investidos cerca de R$ 1 bilhão.
Os municípios mato-grossenses serão percorridos por uma equipe técnica da Superintendência Federal de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (SFA-MT).
O Programa Pantanal foi assinado em junho de 2001. Estavam previstos até 400 milhões de dólares para sua consecução.
Uma parte dos recursos é do Banco Interamericano de Desenvolvimento, outra do governo japonês, mais 25% do governo federal e 12% para cada governos de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
O governo atual disse que o projeto previa poucas obras físicas. Outros informam que ele é 75% de obras.
Citam-se as estradas
Transpantaneira e a de Santo Antônio-Barão de Melgaço. Que Cuiabá e Várzea Grande, as duas cidades mais poluidoras, receberiam recursos ao longo do tempo para tratamento dos dejetos.

Para outros, até isso era desnecessário pois esses dejetos não chegam à planície pantaneira.
Fonte: Da redação
Data: 23/08/2023