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Gabriel Diniz, Marília Mendonça e Rick, da dupla com Renner, morreram em ocorrências com aeronaves de pequeno porte em diferentes regiões do Brasil.

Em um intervalo de sete anos, três nomes conhecidos da música sertaneja tiveram suas trajetórias interrompidas por acidentes aéreos. Gabriel Diniz, Marília Mendonça e Rick, da dupla com Renner, morreram em ocorrências envolvendo aeronaves de pequeno porte em diferentes regiões do país.
O caso mais recente é o de Rick, encontrado morto após a queda de um helicóptero na Serra Catarinense. Os destroços foram localizados nesta terça-feira (22), depois de mais de um dia de buscas. Outras quatro pessoas que estavam a bordo também morreram.
Antes dele, Gabriel Diniz perdeu a vida em 2019, quando o avião em que viajava caiu em Sergipe. Em 2021, o Brasil voltou a ser tomado pela comoção com a morte de Marília Mendonça, vítima de um acidente aéreo em Minas Gerais.
Embora os três episódios tenham em comum o envolvimento de aeronaves de pequeno porte, ocorreram em circunstâncias distintas, sem relação comprovada entre si.
Confira a linha do tempo dos acidentes:
Em 27 de maio de 2019, o cantor Gabriel Diniz morreu aos 28 anos após a queda de um avião de pequeno porte em Estância, no litoral de Sergipe.
Conhecido nacionalmente pelo sucesso “Jenifer”, o artista estava acompanhado dos pilotos Linaldo Xavier e Abraão Farias. Nenhum dos três sobreviveu.
A aeronave caiu em uma área de mangue nas proximidades do povoado Porto do Mato, região de difícil acesso para as equipes de resgate.
O acidente foi investigado pelo Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), que apontou condições meteorológicas adversas e aspectos relacionados à condução do voo entre os fatores contribuintes.
Em 5 de novembro de 2021, outro acidente aéreo provocou grande comoção no país. A cantora Marília Mendonça morreu aos 26 anos após a queda do avião em que viajava, em Piedade de Caratinga, em Minas Gerais.
A aeronave havia decolado de Goiânia (GO) com destino à região de Caratinga, onde a artista tinha um show programado.
Além de Marília, morreram o produtor Henrique Ribeiro, o tio e assessor Abicieli Silveira Dias Filho e os pilotos Geraldo Martins de Medeiros Júnior e Tarciso Pessoa Viana. Ao todo, cinco pessoas estavam a bordo.
A investigação apontou que, durante a aproximação para o pouso, o avião atingiu um cabo para-raios de uma linha de transmissão de energia elétrica. O relatório também examinou aspectos relacionados à operação da aeronave.
O episódio mais recente ocorreu nesta segunda-feira (21), quando o helicóptero que transportava Rick, da dupla sertaneja com Renner, desapareceu durante um voo entre Porto Belo e São Joaquim, em Santa Catarina.
Após mais de um dia de buscas, os destroços foram encontrados nesta terça-feira (22), na região de Vacas Gordas, em Urubici, na Serra Catarinense.
O Corpo de Bombeiros confirmou a morte das cinco pessoas que estavam na aeronave. Entre as vítimas está o cantor Rick, de 59 anos.
Também estavam no helicóptero o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto e outra pessoa. As circunstâncias que levaram à queda ainda serão investigadas pelas autoridades responsáveis.
Apesar de terem ocorrido em anos, locais e aeronaves diferentes, os acidentes envolvendo Gabriel Diniz, Marília Mendonça e Rick apresentam algumas características semelhantes.
Aeronaves de pequeno porte: Gabriel Diniz e Marília Mendonça viajavam em aviões de pequeno porte, enquanto Rick estava em um helicóptero.
Artistas da música sertaneja: os três eram nomes conhecidos do gênero e estavam em meio às suas rotinas de deslocamento.
Deslocamentos entre cidades: os acidentes aconteceram durante viagens, e não em voos comerciais de grandes companhias aéreas.
Outras vítimas: nenhum dos artistas estava sozinho. Gabriel viajava com dois pilotos; Marília estava acompanhada por outras quatro pessoas; e Rick estava entre os cinco ocupantes do helicóptero.
Apesar das semelhanças, não é possível afirmar que os três acidentes tiveram a mesma causa. Cada ocorrência apresenta circunstâncias próprias e foi, ou ainda será, investigada separadamente pelas autoridades competentes.
Desde 2019, esses episódios deixaram marcas profundas na história recente da música sertaneja, provocando comoção entre fãs, familiares e colegas de profissão.
Fonte: Primeira Página
Data: 22/09/2026